Meditação 1º Sábado de Fevereiro de 2014

Apresentação Jesus no templo

Apresentação do Menino Jesus no Templo


(Mistérios Gozosos)

Introdução

Vamos dar início à meditação reparadora dos primeiros sábados, que nos foi indicada por Nossa Senhora, em Fátima em 1917. Pedia Ela que comungássemos, rezássemos um terço, fizéssemos meditação dos mistérios do Rosário e confessássemos em reparação ao seu Sapiencial e Imaculado Coração. Para os que praticassem esta devoção, Ela prometia graças especiais de salvação eterna.

Composição de lugar

Amanhã a Igreja celebra a Festa da Apresentação do Senhor. Vamos nos colocar em oração para bem aproveitarmos o momento desta meditação. Como composição de lugar, devemos nos reportar aos tempos de Cristo e nos imaginarmos juntos a Maria e José que, compenetrados, conduzem o Menino Jesus para apresentá-Lo no Templo.

Oração Preparatória

 

Oração à Virgem de Fátima

 

Ó Virgem Santíssima, Virgem de Fátima, que aparecestes em algumas circunstâncias com as mãos postas, em outras mostrando vosso Sapiencial e Imaculado Coração. Nós aqui nos encontramos para realizar esta meditação e pedimos a graça de que ela seja inteiramente dirigida a Vós e que ela esteja à altura do vosso Sapiencial e Imaculado Coração, para oferecermos uma digna reparação dos pecados que se cometem hoje em dia. Quanta imoralidade, quantos pecados, quanto horror, quantos crimes, quantas desordens, quanto caos neste mundo que Vos ofende dia a dia, hora a hora, minuto a minuto. Vosso Coração está saturado de opróbrio, saturado de horrores deste mundo; e nós, aqui, neste primeiro sábado, querermos reparar, ó Virgem Santíssima, querermos fazer que do mais fundo do nosso coração se levante ao Vosso Sapiencial e Imaculado Coração um clamor e, ao mesmo tempo um louvor.

Clamor para que Vós intervenhais o quanto antes, dando rumo aos acontecimentos, que sejam o rumo da santidade; e louvor porque queremos cantar as vossas maravilhas, cantar as vossas obras. E hoje em concreto temos a graças de aqui estar para contemplar este mistério magnífico. É o mistério da Apresentação do Menino Jesus no Templo, e queremos junto convosco relembrar as magnificências simbólicas e ao mesmo tempo sagradas que se deram nesse momento. E por isso nós Vos pedimos graças sobre graças para que esta meditação seja inteiramente de acordo com a santidade que nos é pedida e de acordo com a vossa Santidade, e que ela sirva para reparar inteiramente o vosso Sapiencial e Imaculado Coração.

Assim seja!

 

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas (2, 22-40)

 

Quando se completaram os dias para a purificação da mãe e do filho, conforme a Lei de Moisés, Maria e José levaram Jesus a Jerusalém, a fim de apresentá-Lo ao Senhor. Conforme está escrito na Lei do Senhor: “Todo primogênito do sexo masculino deve ser consagrado ao Senhor”. Foram também oferecer o sacrifício — um par de rolas ou dois pombinhos — como está ordenado na Lei do Senhor. Em Jerusalém, havia um homem chamado Simeão, o qual era justo e piedoso, e esperava a consolação do povo de Israel. O Espírito Santo estava com ele e lhe havia anunciado que não morreria antes de ver o Messias que vem do Senhor. Movido pelo Espírito, Simeão veio ao Templo. Quando os pais trouxeram o menino Jesus para cumprir o que a Lei ordenava, Simeão tomou o menino nos braços e bendisse a Deus: “Agora, Senhor, conforme a tua promessa, podes deixar teu servo partir em paz; porque meus olhos viram a tua salvação, que preparaste diante de todos os povos: luz para iluminar as nações e glória do teu povo Israel”.

O pai e a mãe de Jesus estavam admirados com o que diziam a respeito dele. Simeão os abençoou e disse a Maria, a mãe de Jesus: “Este menino vai ser causa tanto de queda como de reerguimento para muitos em Israel. Ele será um sinal de contradição. Assim serão revelados os pensamentos de muitos corações. Quanto a ti, uma espada te traspassará a alma”.

Havia também uma profetisa chamada Ana, filha de Fanuel, da tribo de Aser; era de idade avançada. Depois de ter vivido sete anos com seu marido desde a sua virgindade, ficara viúva, e agora com oitenta e quatro anos não se apartava do templo, servindo a Deus noite e dia em jejuns e orações. Chegando ela à mesma hora, louvava a Deus e falava de Jesus a todos aqueles que em Jerusalém esperavam a libertação.

Após terem observado tudo segundo a lei do Senhor, voltaram para a Galileia, à sua cidade de Nazaré. O menino ia crescendo e se fortificava: estava cheio de sabedoria, e a graça de Deus repousava nele.

I – Refletindo sobre um verdadeiro mistério

Vamos então colocar-nos diante da perspectiva deste mistério. Porque há aspectos aos quais por mais que nos dediquemos, por mais que nos aprofundemos sempre terão significado acima e além de nossa inteligência.

Jesus está com seus 40 dias de idade. Maria Santíssima O leva, juntamente com São José, numa viagem a Jerusalém e vão ao Templo. Esse Templo tinha sido reconstruído, não era o Templo original de Salomão; esse tinha ido abaixo e, depois reconstruído sob a direção de Zorobabel, quando os judeus voltaram do exílio na Babilônia. Quando terminou a reconstrução, o povo chorava porque o Templo não era nem de longe o Templo de Salomão. O Templo de Salomão tinha ficado para a História; e esse novo Templo em que Nosso Senhor iria entrar era um muito inferior ao de Salomão. E o povo chorava porque via que aquele edifício sagrado não era como deveria ser. E Ageu — um profeta menor — dizia ao povo: “Por que chorais? Este Templo é muito mais belo e muito melhor do que o de Salomão”.

Qual era a razão pela qual Ageu dizia que aquele Templo era mais belo? — porque o Templo de Salomão não tinha conhecido o episódio que nós hoje vamos meditar, que é o episódio da Apresentação do Menino Jesus no Templo e da Purificação de Nossa Senhora. Essa entrada de Jesus, de Maria e de José nesse Templo, por mais pobre que fossem, nele entravam o Criador do Universo, outra é a Medianeira de todas as graças, outro é o Patriarca da Igreja.

1 – Três figuras criadas por Deus

Três figuras máximas! Santo Tomás de Aquino não nos fala de São José, mas quase que poderia ter falado também. Ele diz que três criaturas são insuperáveis na ordem da criação. A visão Beatífica — porque tal será que Deus faça algo de superior à nossa visão de Deus face a face. Nosso Senhor Jesus Cristo, a personalidade divina de uma criatura humana, impossível mais; e Nossa Senhora. São três Criaturas insuperáveis.

E se tivéssemos oportunidade de conversar com São Tomás, sugeriríamos que colocasse também São José, porque ele é uma figura insuperável. Aí estão os três insuperáveis entrando no Templo. O Templo poderia ter sido feito de lona, poderia ter sido feito de madeira, poderia ter sido feito do que fosse… nesse Templo estão entrando as três máximas figuras da ordem da criação. É realmente de comover porque a Lei obrigava a mulher, a Lei obrigava ao primogênito, e Maria e Jesus deveriam cumprir a Lei, mas nas aparências, mais para que os homens vissem. Porque realmente segundo a Lei, a mulher que dava à luz a um varão deveria se purificar aos 40 dias, mas isto em função do Pecado Original. Ora, Maria foi concebida sem Pecado Original. Ela não tinha necessidade de cumprir essa Lei.

E Jesus estava nas aparências debaixo da Lei instituída. A partir do momento em que o povo judeu abandona o Egito e vai rumo à Terra Prometida, nesse momento todos os primogênitos do Egito foram mortos, e Deus poupou os primogênitos, e por isso Ele se fez dono de uma forma mais especial dos primogênitos judeus. E para marcar este acontecimento, foi estabelecido um cerimonial pelo próprio Deus: todo primogênito deveria ser oferecido ao Templo pelas mãos dos sacerdotes e depois deveria ser resgatado pelos seus pais. E nós estamos então diante de uma situação histórica que nos conduz a contemplar uma oferta de Nossa Senhora, do seu Primogênito, e ao mesmo tempo de uma purificação d’Ela mesma, sem que fosse necessário, mas Ela cumpriu a Lei.

II – Desde o primeiro instante de sua existência humana, Jesus via Deus face a face

O que se deu in concreto: Jesus Menino, entretanto Deus, teve sua Alma criada na visão beatífica desde o primeiro instante de sua concepção. A alma é criada no primeiro momento da concepção, e por isso nós sabemos que o aborto é pecado — porque o aborto é, em qualquer fase, em qualquer período da gestação — o aborto é um crime. Então, nós vemos que neste momento em que o Espírito Santo infunde a Alma criada de Nosso Senhor Jesus Cristo no embrião que estava se constituindo, neste momento esta Alma é criada na visão beatífica. Portanto Cristo, desde o primeiro instante de sua existência humana, via Deus face a face.

E Vendo a Deus face a face na Sua Humanidade, Ele via perfeitamente toda a história do Templo, ele via toda a história da humanidade. Ele de dentro dos olhos do próprio Deus via o passado, o presente e o futuro. Ele vendo a Deus face a face, sabia perfeitamente qual era a sua Missão. E sua Missão era Se oferecer como Vítima, era ser vítima para a reparação de todos os crimes cometidos pelos homens por causa do pecado da humanidade — e Ele se ofereceu! Neste primeiro instante, Ele já se ofereceu como Vítima.

1 – Jesus no Templo ardia de desejo de entregar-se ao Pai

O segundo momento de oferecimento como Vítima, e este é o auge, este é o oficial, é exatamente no mistério de hoje, mistério que nós contemplamos hoje.

Entrando no Templo Ele ardia de desejo de entregar-se ao Pai como Vítima expiatória para reparação dos crimes da humanidade. Nesse momento em que Ele penetrava no Templo nas mãos de Nossa Senhora, o coraçãozinho d’Ele, de um bebê de 40 dias, batia talvez mais acelerado, porque era um momento de emoção: dos braços de Nossa Senhora, o Menino Jesus passa para os braços de Simeão.

Simeão, um ancião venerável que ansiou durante a sua vida por este encontro, ele não imaginava que iria recebê-Lo em seus braços. Ele imaginava que ele iria ver o Messias, mas nunca imaginou que ele iria tê-Lo em seus braços, pois Deus sempre dá muito mais do que promete. Ele não só viu, mas ele recebeu em seus próprios braços o Messias. No momento em que ele O recebeu, o Espírito Santo já o havia tomado e havia feito com que ele discernisse a Mãe, com que ele discernisse a criança. Ele sabia perfeitamente que ali estava o Messias porque o Espírito Santo lhe revelara no fundo da alma.

Tomando o Menino nos braços, ele O oferecia ao Pai. E ali estavam dois sacerdotes: o sacerdote chamado Simeão e o Sumo Sacerdote chamado Jesus. Jesus ali faz não só o papel de Vítima, mas também o papel de sacerdote. Porque não só Simeão o oferece enquanto sacerdote judeu, mas Ele próprio, Nosso Senhor, se faz Vítima e se oferece naquele momento auge.

Com a cerimônia de hoje da Apresentação d’Ele no Templo, encerra-se o ciclo de Natal, porque o auge do Natal se dá aí. Aí começa uma nova fase da vida de Nosso Senhor, pois foi que oficialmente Ele se entregou. E dos braços de Simeão, dos braços de Nossa Senhora no Templo, diz São Bernardo que Nosso Senhor passou para os braços da Cruz. Ali estavam já insinuados os braços da Cruz que receberiam Nosso Senhor, 33 anos mais tarde.

Magnífica cena! Cena comovedora que foi assistida por todos os que estavam ali, todos os presentes. Embora estivessem separados por balaustradas, ouviram o que dizia Simeão, ouviram o que dizia Ana, a profetiza, e perceberam de que se tratava de algo completamente fora do comum.

E de fato o que eles viram, o que eles ouviram e o que hoje nós conhecemos não é senão uma sombra do que nós conheceremos na eternidade. Quando nós entrarmos para a eternidade, todos esses mistérios se apresentarão a nós de forma mais luzidia e de forma mais ampla, de forma mais profunda e mais substanciosa.

III – Maria também se purifica

Maria também se purifica, porque nós contemplamos essa Purificação de Nossa Senhora. Segundo diz São Lucas, “depois que foram concluídos os dias da Purificação d’Ela”. Porém Maria não tinha necessidade de se purificar porque segundo a Lei a mulher contraía alguma mancha face à Lei, porque Moisés tinha transformado todos os costumes higiênicos em lei ritual, e isto para formar e educar o povo judeu. A educação, o cuidado que nós temos no relacionamento humano, o cuidado que nós temos com relação ao nosso próprio corpo, e é preciso que nós cuidemos de nosso corpo e cuidemos de nosso relacionamento humano com espírito sobrenatural.

Por isso Moisés tomou os costumes higiênicos, muitos deles, e os transformou em lei, e uma das leis que Moisés tinha transformado era justamente esta: a Mãe, aquela que tinha dado à luz, deveria purificar-se de alguma possível mancha. Além disso, havia ainda o aspecto moral, vindo do Pecado Original. Mas Maria não tinha nada disso porque a concepção tinha sido inteiramente Divina, a concepção do Menino Jesus tinha sido pelo Espírito Santo, portanto não tinha havido nenhuma possibilidade de mancha. E além do mais, Ela não estava manchada pelo Pecado Original, Ela não tinha necessidade nenhuma de passar por esta purificação. Entretanto Ela quis cumprir a Lei, entre outras razões, para dar-nos o exemplo, e um exemplo nada mais, nada menos de pureza, e pureza de alma, e pureza de corpo.

Pureza, castidade, virgindade… Termos que vão sendo esquecidos nessa fase histórica. Nossa Senhora era pura, casta e virgem, entretanto Nossa Senhora fez questão de passar no Templo para cumprir a Lei. A Lei se cumpria pagando o imposto. Quem era mais abastado e tinha mais dinheiro entregava um cordeiro e uma pomba. Quem tinha pouco dinheiro entregava duas rolas, uma para cumprir a Lei, outra para oferecer em holocausto. Nossa Senhora quis passar por isso para marcar os séculos para nos dar o exemplo de cumprimento perfeito do dever. Os homens podem mudar, as fisionomias podem mudar, os costumes podem ser estes ou aqueles, mas a moral católica, a moral de Deus foi sempre a mesma e sempre será a mesma, e o que foi pecado no século XV, o que foi pecado no século V, o que foi pecado no século XVIII ou no século XX será pecado em todos os tempos, até a consumação dos séculos.

1 – Nosso corpo é templo do Espírito Santo

Por exemplo, o pecado de impureza, que leva quanta gente para o inferno!

Nós estamos aqui diante de uma imagem de Nossa Senhora de Fátima. Ela, em Fátima, aos três Pastorinhos, chegou a mostrar as almas que caiam no inferno. Aquele espetáculo deixou as três crianças horrorizadas. Ficaram sem fala, ficaram sem saber o que dizer com o que viram. Tomando fôlego, uma perguntou:

— Mas por que tanta gente vai para o inferno?

— O pecado que mais leva para o inferno é a impureza – respondeu Nossa Senhora.

Nós estamos há quase um século dessas aparições. De lá para cá as modas não ficaram mais decentes; os costumes não estão mais moralizados. Pelo contrário, tudo decaiu brutalmente. E hoje? Quantas almas caem nesse pecado, quantas almas são sacudidas por este horror e são surpreendidas na hora da sua morte? E Nossa Senhora quis dar-nos o exemplo de quanto nós devemos ser puros de corpo e de alma.

É São Paulo quem nos diz isto: que nosso corpo é templo de Deus, é templo do Espírito Santo. E de fato, quando as águas do Batismo caem sobre a nossa cabeça, ali penetram Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo. Nós neste momento somos de tal maneira um templo de Deus, que no início da cristandade era costume levar uma criança recém-batizada aos tribunais, e ao invés de se colocar as mãos sobre as Escrituras para jurar diante de um juiz, pôr as mãos sobre um recém-batizado, porque as três Pessoas da Santíssima Trindade estavam realmente presentes naquela criança.

Nós somos templos vivos de Deus, e sendo templos vivos de Deus, devemos cuidar de nós mesmos, do nosso corpo, da nossa alma com um carinho, com um cuidado, com uma piedade, tanto quanto cuidamos de um tabernáculo, de um sacrário. É verdade que no Tabernáculo se encontra o Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo. Mas o tabernáculo não tem uma relação com Nosso Senhor como temos nós com a Santíssima Trindade, que está em nós, e por isso nós devemos ter toda espécie de cuidado conosco, toda espécie de respeito para com os outros, porque se eu sou templo vivo de Deus, os outros também o são, e nós devemos tratá-los como templos vivos de Deus.

Ao encerrarmos esta meditação, vamos pedir graças específicas.

Oração final

Ó Virgem Santíssima, Vós que em Fátima nos mostrastes como uma Senhora mais brilhante do que o Sol, segundo nos dizia a irmã Lúcia, Vós que portanto viestes radiante de luz e de cores, e de maravilhas, e indicando-nos também nesta aparição algo que transparece tão claramente nesta Apresentação do Menino Jesus no Templo que é justamente a vossa Pureza. Vós sois Virgem antes, durante e depois do Parto, porque Deus quis assim significar o quanto Ele ama a virtude da pureza. Vós sois o exemplo da Mãe, o exemplo da Senhora e Dama de Família. Vós sois o exemplo das virgens.

Assim devem ser os que se casam — puros como Vós. Assim devem ser aqueles que abraçam ao celibato e a castidade perfeita — puros como Vós. Vós nesta Purificação nos dais um exemplo extraordinário. Nós queremos Vos pedir, Senhora, que sejamos inteiramente fortalecidos para seguir o Vosso exemplo.

E pedir ao Menino Jesus, neste mistério do Rosário, que Ele nos obtenha, que nos conceda por vossa intercessão graça sobre graça. Que também nós saibamos aceitar todas as contingências da vida, saibamos aceitar todos os sofrimentos e todos os dramas para assim melhor Vos louvar e melhor servir à Igreja e aos outros nossos irmãos. E, fortalecidos por estas graças, nós estejamos um dia na plenitude da santidade obtida por Vós, conviver convosco e, assim, juntamente convosco, adorar a Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo, pela eternidade.

Assim seja!

Fonte: Apostolado do Oratório – Arautos do Evangelho

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