Meditação 1º Sábado de Novembro de 2012

Anunciação do Anjo e a Encarnação do Verbo

 Introdução:

Vamos dar inicio a mais uma meditação reparadora dos primeiros sábados, reparação essa que nos foi pedida por Nossa Senhora, quando apareceu em Fátima no ano de 1917. Pedia Ela que comungássemos, rezássemos um terço, fizéssemos meditação dos mistérios do Rosário e confessássemos em reparação ao seu Sapiencial e Imaculado Coração. Para os que praticassem esta devoção, Ela prometia graças especiais de salvação. A meditação visa contemplar um dos mistérios do Rosário, fazendo com que o Coração Imaculado de Maria se sinta aliviado, se sinta confortado de tantos pecados de tantos horrores, de tantas imoralidades, tantos delírios que se cometem nos dias de hoje. Ou seja, é importante Que além da confissão, da comunhão, além do terço que rezamos, ofereçamos também a Virgem Maria esta meditação.

Vamos nos colocar em atitude de meditação para bem realizarmos este pedido feito por Nossa Senhora, e, para isso, vamos pedir graças para que este ato seja do agrado d’Ela.

Oração inicial:

Oh Virgem Santíssima, que em Fátima aparecestes como aquela que pede à humanidade penitência e oração. Vós quisestes que realizássemos os Primeiros Sábados, convidando-nos a que fizéssemos este ato de reparação ao Vosso Sapiencial e Imaculado Coração. Quisestes que realizássemos a meditação de um dos mistérios do Rosário, neste mês que celebramos a festa de Nossa Senhora do Rosário, festa de uma de Vossas invocações. Nós aqui reunidos, vamos realizar esta meditação. Mas dado a nossa fraqueza de inteligência, nossa debilidade de vontade, o desvario da nossa sensibilidade, vos pedimos graças eficazes, graças que nos transformem, graças que nos deem a possibilidade de reparar o Vosso Sapiencial e Imaculado Coração inteiramente e à altura. Somos débeis, é verdade, mas como diz São Paulo, “tudo posso naquele que me conforta”. São Paulo não tinha ainda a ideia que hoje temos de Vossa intercessão, senão, ele poderia também dizer: tudo posso naquela que me conforta…

Oh! Virgem e Mãe, confortai-nos, ou seja, enchei-nos de fortaleza para bem realizarmos esta meditação e assim bem poder reparar seu Sapiencial e Imaculado Coração. Assim seja!

Quem contou a São Lucas os pormenores da Encarnação do Verbo?

São Lucas é o único dos evangelistas que descreve com detalhes a Anunciação. Ele como médico se interessava muito por todas as particularidades. Mas na Anunciação, não há testemunha. Somente Ela poderia contar o que se passou.

Se São Lucas escreve a Anunciação com detalhes, foi porque ele ouviu de Nossa Senhora. Mais do que testemunha, Ela viveu o que se passou.

I – O Anjo do Senhor anunciou a Maria!

No sexto mês, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galileia, chamada Nazaré, a uma virgem desposada com um homem que se chamava José, da casa de Davi e o nome de virgem era Maria. (Lc 1, 26-38).

Uma virgem desposada com José, da casa de Davi. A narração é simples, ela nos coloca diante do quadro de uma Nazaré, cidade simples, humilde; Jesus quis nascer na mais humilde das cidades: Belém; viveu trinta anos em outra cidade também humilíssima: Nazaré; quis morrer na cidade mais importante de Israel: Jerusalém. Ele para nascer escolheu o que havia de mais inferior, porque Nosso Senhor queria contradizer a grande sanha que existia naquele tempo que era de nascer em cidades importantes, ter um grande nome, ter uma grande fortuna. Nasceu sem fortuna alguma. O nome Ele não podia renunciar, é um nome divino. Tudo o que Ele podia renunciar, renunciou. Além disso, vai passar trinta anos na cidadezinha de Nazaré que não tinha importância nenhuma. A referência que aparece no Evangelho sobre Nazaré, não é elogiosa, vem dos lábios de Natanael quando Felipe chamou-o para conhecer o Messias: “de Nazaré? Mas de lá pode sair alguma coisa de bom?”.

Nazaré era uma cidade sem importância. Ela fica em uma elevação, tem um despenhadeiro e este também passou para História.

Como sabemos, Jesus começou a sua vida pública pregando em Nazaré e que aí foi rejeitado de tal maneira, que os fariseus, seus concidadãos, queriam lançá-Lo do alto desse despenhadeiro porque, cheios de inveja, se revoltaram contra Ele.

Esta é a história de Nazaré, e é nesta cidadezinha que vamos encontrar a Santíssima Virgem.

Entrando, o anjo disse-lhe: “Ave, cheia de graça, o Senhor é contigo”. Perturbou-se Ela com essas palavras e pôs-se a pensar no que significaria semelhante saudação.

Isso significa que Nossa senhora estava em contemplação e vemos por esta atitude d’Ela o quanto é importante sabermos preceder nossas ações com recolhimento, com oração, com contemplação.

Nossa Senhora contemplava porque o ato que vai se passar é tão importante, tão super excelente, é o maior de todos os atos que houve na face da Terra — o nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo — ou seja, a Encarnação de um Deus. Nesse ato a História da humanidade chega ao pináculo. Ora, este ato não poderia passar sem que a Virgem Maria fosse preparada com antecedência para receber de Deus graças especiais; e estas só poderiam ser recebidas no recolhimento.

Quanto é importante o recolhimento, quanto é importante a oração! Esta nos prepara para ouvir a voz de Deus, nos prepara para ouvir as mensagens que nos vem do Céu. Deus não fala em meio à perturbação, em meio à agitação, em meio ao caos. Deus quer o nosso recolhimento para falar no fundo das nossas almas.

Entrando, o anjo disse-lhe: “Ave, cheia de graça, o Senhor é contigo”.

Chama-nos a atenção, que o Anjo, por sua natureza, por sua ligação com Deus, por sua perfeição — ele é puro espírito — por viver na presença de Deus, o Anjo é que devia ser saudado, porque naquele tempo ainda existia respeito, hoje, infelizmente, vai desaparecendo, e quase que tem de ser imposto — naquele tempo não era necessário esse esforço, era compreensível que um inferior cumprimentasse o superior e este por sua vez, se colocava imediatamente em posição de saudação —, mas não foi o que aconteceu na Anunciação, foi o Anjo que ao aparecer para Nossa Senhora, cumprimenta-A com a “ave”.

O Anjo por natureza é superior a Ela, o Anjo está na visão beatífica, Ela ainda não. O Anjo esta vendo a Deus face a face, e enquanto dirigia a palavra a Nossa Senhora, o Anjo estava vendo a Deus, ele não sai da visão de Deus. É o que acontece com todo aquele que se fixa na visão beatífica, nunca deixa de ver a Deus.

Além disso, o Anjo participa da caridade que é Deus. Pois bem, este Anjo quando se apresenta diante de Nossa Senhora, diz: “Ave”! E o que ele vai dizer depois? Ave! Cheia de graça. Nossa Senhora criatura humana estava mais cheia de graça, portanto, mais unida a Deus do que o próprio Anjo e é por isso que ele diz: Ave! Cheia de graça. Ela está cheia de graça no que diz respeito à alma, não existe a menor dúvida, a alma de Maria está transbordante de graça, em todo o instante Ela ia crescendo em graça. Mas neste momento Ela alcançou a plenitude.

A alma quando recebe uma graça, recebe para fazer o bem e evitar o mal. Nossa Senhora evitou o mal completamente. Primeiro, Ela é a única criatura depois de Adão e Eva, e antes do nascimento de Jesus que não foi contaminada pelo pecado original, portanto, não tinha as inclinações para o mal que o pecado original produz na alma humana. Além disso, tinha todas as virtudes. Os santos normalmente têm uma ou outra virtude que mais sobressai; São Luiz de Gonzaga destacando-se pela virtude da pureza, São Francisco pela virtude da pobreza; cada santo sempre se destaca por alguma virtude. Nossa Senhora destacou-se por possuir em grau heroico todas as virtudes. Nela havia todas as virtudes já neste momento em que o Anjo apareceu e por isso São Gabriel disse:  “Ave, Cheia de graça, o Senhor é contigo”.

Além do mais, Maria tem tanta graça que derrama essas graças sobre todos aqueles que a Ela recorrem. Os santos normalmente são intercessores desta virtude, para esta ou aquela necessidade, Maria é a intercessora para todas as graças, para todas as circunstâncias. Por isso, não foi sem razão que o Anjo a saudou dizendo: “cheia de graça”.

“…o Senhor é contigo”… O Anjo está na amizade de Deus e como está dito, é um dos sete espíritos que assistem junto ao trono de Deus. Desses sete espíritos supremos conhecemos três: São Miguel, São Rafael, São Gabriel. São Gabriel é um dos sete, portanto um dos mais elevados Anjos. Entretanto, ele diz para Nossa Senhora: “o Senhor é contigo”. É contigo por quê? No Anjo Deus é Senhor em Maria, Deus é filho. Ela vai ser a Mãe de Deus e além do mais está de posse de todas aquelas virtudes. Então o Anjo A cumprimenta e A põe acima de todos os Anjos.

“Bendita és tu entre todas as mulheres”.

Ela é puríssima, nenhuma mancha de pecado existe n’Ela. A maldição do pecado original não a atingiu. Quando Adão e Eva pecaram no paraíso, Deus disse para eles quais seriam as consequências. A primeira dela era que voltariam a ser pó — do pó viestes, ao pó retornareis. A mulher dará a luz com dor — mas nada disso aconteceu com Nossa Senhora, Ela deu a luz na alegria.

“Bendito é o fruto de vosso ventre”.

Foi o que a Igreja acrescentou, não foi dito pelo Anjo, mas sim por Santa Izabel. Eva estava querendo ser como Deus e por causa disso comeu do fruto proibido, sobre ela caiu um tremendo castigo, porque por orgulho quis ser como Deus. Maria obteve do Criador o que Ela tanto desejava que fosse a vinda do Salvador. Foi com seu “Fiat” que Ela obteve a Encarnação do Verbo Eterno.

O que Eva erradamente procurou e não conseguiu, Maria obteve.

II – Eis aqui a serva do Senhor…

“Perturbou-se ela com essas palavras e pôs-se a pensar no que significaria semelhante saudação”.

Por que se perturbou? Perturbou-se com a presença do Anjo? Não! O Anjo para Ela não era objeto de pânico, pois Maria tinha por certo, relacionamento com os Anjos. Não nos esqueçamos que Ela é a Rainha dos Anjos e um deles aparecendo para Ela não seria objeto de temor, como o era para todos os outros personagens para quem eles apareceram ao longo do Antigo Testamento.

Nossa Senhora não tinha medo do Anjo, Ela tinha medo do elogio. Ela não pensava em si; tão perfeita que não considerava a sua própria pessoa. Virtude muito alta, mas que infelizmente, em nossos dias quase não se entende.

No convívio entre as pessoas comprovamos que a todo o momento, em toda conversa, a propósito de qualquer acontecimento está o eu, eu, eu. Primeira pessoa do indicativo presente ou a primeira pessoa do singular de qualquer tempo de verbo é o que há de mais comum entre as pessoas hoje em dia. Tudo gira em torno do eu fiz, eu ouvi, eu andei,… eu, eu, eu…, o “eu” está sempre presente e no centro de tudo.

A melhor forma que temos para colocar uma visita para fora quando estamos com o tempo curto, é começar a falar de si próprio. A melhor forma que temos para reter uma visita em casa, é fazer que ela comece a falar de si. Porque as pessoas se encantam em falar de si, mas não têm paciência para ouvir falar dos outros.

Nossa Senhora está alheia em relação a si mesma, Ela não se interessa pelas coisas que lhe dizem respeito diretamente. Agora, vejam como o Anjo se dirige a Ela: “Ave, cheia de graça, o Senhor é contigo… Maria perturbou-se com essas palavras”. Ela perturbou-se com as palavras, portanto não foi com a presença do Anjo.

Imaginemos cada um de nós, no quarto, de joelhos, rezando pedindo a Deus que a situação no mundo se acalme que tudo entre em paz. Neste momento entra um Anjo e nos diz: Ave cheio ou cheia de graça, o Senhor é contigo. Somos capazes de assustarmos com o Anjo, mas não com as palavras. Ora, Nossa Senhora leva um susto, não entende e põe-se a pensar: no que significaria semelhante saudação. Nossa Senhora aqui nos dá um exemplo extraordinário de humildade.

“Não temas, Maria, pois encontraste graça diante de Deus”.

Encontrar graça diante de Deus não é um pequeno elogio. Deus construiu o Paraíso Celeste para os Anjos, o Paraíso Celeste para os homens, mas o Paraíso d’Ele construiu em Maria. “Deus criou Nossa Senhora para que pudesse n’Ela habitar, portanto, Ela foi criada para ser o Paraíso de Deus”.

“Eis que conceberás e darás à luz um filho, e lhe porás o nome de Jesus. Ele será grande e chamar-se-á Filho do Altíssimo”…

Ser grande, grandeza, é outra virtude que vai desaparecendo da face da Terra. Hoje em dia as pessoas não querem ser “grandes”, as pessoas querem ser o mais comum possível, querem viver na vulgaridade, rejeitando completamente a virtude. Ter algum lado por onde a virtude da grandeza possa aparecer, é muito raro encontrar quem queira. A grandeza hoje em dia é condenada. Porque a grandeza é a culminância de todas as virtudes. Quando um santo chega a ter todas as virtudes teologais, todas as virtudes cardeais em grau heroico, é a partir daí que ele terá a virtude da grandeza ou magnanimidade.

Não é que Jesus será grande, Ele é a Grandeza. Esta grandeza nasceria numa gruta, não teria onde pousar a cabeça, entretanto, essa Grandeza se revestiu de uma preciosa túnica inconsútil, que iria ser objeto de cobiça dos seus algozes.

Não só será grande, mas, “chamar-se-á Filho do Altíssimo, e o Senhor Deus lhe dará o trono de seu pai Davi; e reinará eternamente na casa de Jacó, e o seu reino não terá fim”. Trono! É outra palavra que foge de nossas perspectivas hoje em dia, entretanto, o Anjo não diz que seria dado a Jesus um banquinho, ele diz um trono. Quando entrarmos no Céu veremos Jesus Cristo sentado em um trono conforme disse São Gabriel.

“Maria perguntou ao Anjo: Como se fará isso, pois não conheço homem?”.

Pergunta muito suave, muito delicada e que revela segundo os exegetas, segundo os teólogos, uma grande maravilha. Por quê? Porque Ela diz isso sendo casada…, o Anjo poderia dizer: se sois casada, mais dias menos dias tereis filhos. Ela diz que não conhece varão. Isso significa que tanto Maria Santíssima, quanto São José tinham voto de virgindade. Os dois se casaram com voto de virgindade. Deus deve ter inspirado a São José, inspirado a Ela que se unissem em virgindade. É por isso que Maria faz esta pergunta ao Anjo, não como uma objeção, mas como uma interrogação — “como se fará isso?”. Portanto, ambos viviam em virgindade, embora casados.

“Por isso o ente santo que nascer de ti será chamado Filho de Deus”.

Filho de Deus autenticamente, não por adoção como somos nós. É Filho de Deus por geração — Jesus será gerado pelo Espírito Santo e Ela sendo mãe da Pessoa, porque quem é mãe o é da pessoa, será Mãe de Deus (houve grandes discussões entre teólogos, em concílios e etc. a respeito deste assunto). Ela seria Mãe do Filho de Deus, portanto, o Filho de Deus é filho d’Ela também, por isso, é Mãe de Deus.

“Também Isabel, tua parenta, até ela concebeu um filho na sua velhice; e já está no sexto mês aquela que é tida por estéril, porque a Deus nenhuma coisa é impossível”.

Ela sabia que para Deus nada é impossível, mas aí se vê a delicadeza do Anjo querendo dar a Maria toda a tranquilidade e segurança, porque Ela não queria em nada ofender a Deus sendo a própria Mãe de Deus. Pelo contrário, Ela praticaria um ato de virtude sendo Mãe de Deus dando-se conta que Ele iria fazer o que é impossível para os homens; Maria será virgem antes, durante e depois do parto, isso é uma verdadeira maravilha, pois, Ela manteria a virgindade e ao mesmo tempo seria a Mãe de Deus.

“Então disse Maria: Eis aqui a serva do Senhor”.

Ser escrava! Usar esta expressão naquele tempo era muito mais categórico, muito mais radical, mais abrangente do que se dizer escravo nos dias de hoje.

Os judeus estavam debaixo do julgo romano, e estes consideravam os escravos como coisa, como objeto. Sendo assim, o senhor podia matar o escravo, maltratá-lo como quisesse, podia fazer com o escravo o que se faz com um sapato velho. Ela usar este termo é de uma ousadia, de uma entrega a Deus impressionante! É dizer a Deus que Ele use de mim como um romano usava de seu escravo. O direito que Deus tem sobre mim é o mesmo direito civil e penal que um romano tinha sobre o escravo, aqui estou eu. Esta é a entrega de Nossa Senhora na Anunciação. Foi assim que se deu a Encarnação do Verbo.

Esta meditação nos abre os horizontes para que também possamos nos entregar a Deus como se entregou Nossa Senhora. Cada um de nós é chamado a ser para o bem alma do outro, um outro Cristo. Temos uma responsabilidade como Nossa Senhora teve, guardada as devidas proporções, mas todos nós devemos seguir o caminho de Nossa Senhora, querendo para os outros o que Ela quis para nós: Ela nos deu a Nosso Senhor Jesus Cristo. Devemos também querer dar Jesus aos outros.

Quanto mais nos interessarmos pelo outro, tanto mais o orgulho irá murchamos nas nossas almas.

Hoje em dia se fala tanto em misericórdia; devemos fazer todo o possível, para socorrer os outros, porém maior necessidade que existe em nossos dias é fazer nascer Nosso Senhor nas almas dos outros.

Oração Final:

Oh Virgem Santíssima, que com tanta disponibilidade Vós entregastes nas mãos de Deus para que desse modo pudesse ser gerado o Filho de Deus, Jesus Cristo, em Vosso claustro materno, a Vós nos dirigimos nesta meditação para pedir graças sobre graças a fim de sermos também  inteiramente generosos, guardadas todas as proporções,como fostes Vós.

Pedimos a graça de não vivermos girando em torno de nós mesmos, mas sim em função de Deus e de Vossa pessoa e dos Vossos interesses, para que assim sejamos em nossas vidas outros reparadores e não só na meditação de Primeiro Sábado, mas também na vida diária podermos reparar ao Vosso Sapiencial e Imaculado Coração por tantas ofensas que recebeis nos dia de hoje e que tanto necessita dessa nossa atitude de alma, para que assim, um consolo da Terra possa subir até Vós e não só as ofensas.

Rogai por nós Santa Mãe de Deus, para que sejamos dignos das promessas de Cristo. Assim seja!

Autor: Mons. João Scognamiglio Clá Dias. Sem revisão do autor)
Fonte: “Apostolado do Oratório – Devoção dos Primeiros Sábados”

 

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