Meditação 1º Sábado de Julho/2011

Apostolado do Oratório – Meditação dos Primeiros Sábados

Mistérios Luminosos – Julho – 2011

 

Instituição da Eucaristia

Vamos dar inicio a meditação reparadora dos primeiros sábados, que nos foipedida por Nossa Senhora, quando apareceu em Fátima em 1917. Pedia Ela que comungássemos, rezássemos um terço, fizéssemos meditação dos mistérios do Rosário e confessássemos, em reparação ao seu Sapiencial e Imaculado Coração. Para os que praticassem esta devoção, Ela prometia graças especiais de salvação eterna.

Ave Maria, cheia de graça…

Introdução:

Aquele mesmo Jesus que pelas ruas, pelas praças e por todo o lugar por onde passava, curava, perdoava e fazia o bem, encontra-se à nossa disposição na Eucaristia. No último dia 23 de junho, celebramos Corpus Christi, o Corpo de Cristo; assim, é oportuno que consideremos o quinto mistério luminoso: A instituição da Eucaristia na Última Ceia.

Oração inicial:

Ó Maria Santíssima, no momento em que nos preparamos para a meditação reparadora dos Primeiros Sábados, imploramos vosso auxílio. Temos em mente, de modo especial, o período santo e glorioso em que Nosso Senhor Jesus Cristo, vivendo em vosso claustro virginal, estava convosco noite e dia. E Vos pedimos que, pelos méritos de tal fase de vossa vida, nos obtenhais os sentimentos ardorosos que Vós tivestes. Também tenho em mente, ó Maria Santíssima, a vossa Primeira Comunhão, quando da elebração da primeira Missa no Cenáculo. Com que atos inefáveis de Adoração, de Ação de Graças, de Reparação e de Petição recebestes em vosso peito o Santíssimo Sacramento. E tendo assim colocado a minha atenção em vossas mãos e na Santíssima Eucaristia, eu inicio esta meditação para melhor reparar o vosso Sapiencial e Imaculado Coração.

Assim seja!

 

“Ave, corpo verdadeiro, da Virgem Maria nascido, …

Ó doce Jesus! Ó piedoso Jesus! Ó Jesus, filho de Maria”.

Do cântico ‘Ave Verum’.

 

I – Jesus triunfa da ingratidão dos homens.

 ‘Um certo homem fez um dia um grande banquete, e enviou à hora da ceia o seu servo a dizer aos convidados: vinde, já está tudo preparado. Vinde, comei de meu pão e bebei o vinho que para vós preparei’. Assim canta um piedoso hino, cheio de unção eucarística, tão sublime mistério do amor de Deus. Jesus sabendo que era chegada a hora de separar-se dos discípulos e concluir na Cruz a obra da Redenção; para consolálos da perda de sua presença visível, quis ficar com eles no Santíssimo Sacramento.

‘Na noite em que foi traído’, Jesus quis opor ao excesso da maldade humana, um grande banquete de doçura celestial, do excesso de seu Amor, instituindo a Eucaristia. É preciso considerar antes de tudo o amor com que Ele se deu… “Na noite em que Ele foi traído, nesta noite é que Ele nos deu o Pão da Vida”. É a maravilha que Ele engenhou para estar no meio dos homens o tempo inteiro.

Afirma São Pedro Julião Eymard:

“Admirai as invenções do amor de Jesus!!

Semelhante ao pai de família que trabalha a vida inteira com um fim único: deixar aos filhos, ao morrer, o necessário sustento, Jesus morreu plenamente satisfeito por nos deixar um pão, e que Pão! Que mais nos poderia dar? Nesse testamento de amor encerrou tudo, condensou todas as suas graças e a sua própria glória. Sim, estávamos presentes na Ceia, e Jesus nos reservou não somente uma Hóstia, mas cem, mil hóstias, para todos os dias de nossa vida. Acaso pensamos nisto? Oh! Jesus quis nos amar em excesso; nossas hóstias estão preparadas, não deixemos que se perca uma só!”. De um modo como ninguém poderia inventar. É um modo tão admirável que se os Serafins pensassem no assunto por toda a eternidade não poderiam excogitar esta ideia; de Deus se dar ao homem pelas espécies de pão e vinho. Na hora em que os homens O traem, Ele arranja um jeito de dar-lhes o supremo DOM. Ele quis estar conosco sob a forma de alimento. Assim, não se separa mais de nós, está entranhado em nós. Foi o modo que Ele excogitou para estabelecer uma união superíntima conosco.

1- A didática Divina

A Providência Divina age sem pressa, com esmerada preparação, sobretudo quando visa obras grandiosas. Nada de grandioso se faz repentinamente, diz um provérbio latino.O mais excelso de todos os Sacramentos, a Eucaristia, deveria ser precedido por belas pré-figuras, numa longa preparação da humanidade através dos séculos. No Antigo Testamento, uma das mais expressivas foi o maná caído do céu para os hebreus, durante os quarenta anos de travessia do deserto, em busca da Terra da Promissão.Aquelas pessoas já tinham sido preparadas historicamente para compreender o que deve ser o pão da vida. Tanto mais que seus pais no deserto, tinham comido o maná. Quando tinham fome era só colher aquela neve magnífica que caía logo pela manhã, e que durava até a noite; uma neve extraordinária que era um alimento fora do comum, era o maná.

2- O Pão da Vida Eterna

No Evangelho vemos o Divino Mestre multiplicar os pães para tornar patente seu império sobre a matéria. Logo a seguir, Ele vai andar sobre as águas num mar encapelado, com o intuito de deixar evidente o quanto dominava seu próprio corpo. Assim, as bases para a instituição da Eucaristia iam se fixando.E Nosso Senhor ainda tem o cuidado de dizer: ‘Vossos pais no deserto comeram o maná e morreram’. Ele levanta a curiosidade de toda a assistência em relação a um pão que, uma vez comido, produz a imortalidade. Certamente no meio daquele público uma curiosidade muito maior, porque, como eles estavam com o sabor do pão multiplicado do dia anterior, portanto, aquela gente estava ainda com o paladar aceso no fundo do seu apetite. Um gosto extraordinário de um pão que eles nunca tinham comido. Então, eles procuravam um pão que, além de ter um sabor excepcional, produziria também a imortalidade. E Nosso Senhor diz:

Este é o pão que desceu do céu. Não como o maná que vossos pais comeram e morreram. Quem come deste pão viverá eternamente’. (Jo 6, 58).

E este é propriamente o pão que Ele nos deixou, que está aqui no sacrário; que se faz presente em nossos altares, a partir do momento em que os sacerdotes pronunciem as palavras da consagração: então, não há mais pão, não há mais vinho, há Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Ele já havia feito o milagre das Bodas de Caná transformando a água em vinho. Com os milagres acima, estavam todos preparados para receberem o “Pão da Vida”.

Reflexão:

Entretanto, a Eucaristia é o Pão da Vida; quem não comer essa Carne, quem não beber esse Sangue, não terá a Vida Eterna, e não terá vida. Não que a pessoa não morra desta morte comum e corrente, a que está destinada toda criatura humana. Quem come, morre. Ele mesmo, Nosso Senhor morreu. Todos os que de lá para cá comungaram também morreram. Não se refere à morte, no que diz respeito à vida humana; trata-se de uma referência à vida eterna e sobrenatural. E esta Nossa Senhor garante que concede a todo aquele que recebe esse pão. E é para isto que nós estamos sendo convidados nesta meditação.

Remédio para as crises do mundo moderno!

“Vinde a mim todos vós que estais cansados e fatigados sob o peso dos vossos fardos, e eu vos darei descanso” (Mt 11, 28).

 

No momento em que o espesso manto de egoísmo e de materialismo cobre nossa sociedade, nesse momento a vitalidade da Igreja e o caloroso pulsar da Fé foi atestada com a presença de mais de um milhão de fiéis na cerimônia de beatificação de João Paulo II, no dia 1º maio.

Ora, a crise que padece o mundo, — a sensação de isolamento, vazio e carência de afeto autêntico do homem contemporâneo —, não poderia ser remediada apresentando em toda a sua grandeza o ato de amor de um Deus que, além de Se fazer homem para nos redimir, quis ainda Se entregar a nós como alimento na Eucaristia?

O triunfo da Igreja Católica se dará no mundo moderno pela vitória da Sagrada Eucaristia, fonte de graça aberta para o mundo por intermédio da intercessão de Nossa Senhora que, rezando sempre a Jesus Eucarístico, consegue para nós as graças de que nós precisamos. Porque, sem dúvida, os atos de amor eucarísticos da Mãe de Deus deram mais glória a Deus do que todas as honras prestadas ao Santíssimo Sacramento pelos anjos e homens ao longo da História.

Nossa Senhora – modelo perfeito dos adoradores de Jesus-Hóstia.

 Esse papel da Sagrada Eucaristia no mundo moderno faz pensar em Nossa Senhora, e como não se pode falar nem em triunfos nem em graças, sem falar n’Ela, que é a Medianeira junto a Nosso Senhor Jesus Cristo podemos afirmar que um dos dons mais preciosos que a Sagrada Eucaristia dá ao mundo é a devoção a Nossa Senhora. E que essa devoção a Nossa Senhora há de salvar o Brasil.

* * *

II- A Devoção Eucarística

Era de suma importância, não só para os dias da Igreja nascente, mas para os tempos futuros, instruir os fiéis a propósito do mais substancioso dos Sacramentos. Essa transcendental missão dos Apóstolos foi acolhida por São João com muito zelo, piedade e ortodoxia. Dedicou ele todo o capítulo VI de seu Evangelho para tratar desse tão relevante tema, tornando acessível ao leitor a compreensão da sabedoria, esmero e eficácia do Divino Mestre em preparar o povo para crer, amar e desejar esse Sagrado Banquete que se constituiu, logo de início, no elemento essencial para fortalecer na virtude e na perseverança os já batizados.

Nos onze primeiros séculos da História da Igreja, a Eucaristia tornou-se o centro da vida sobrenatural dos fiéis, mas, fora do Santo Sacrifício, não recebia Ela nenhum culto público. Somente no século XII, fazendo face a algumas seitas heréticas que negavam a transubstanciação e a presença real de Jesus no Santíssimo Sacramento do altar, a graça suscitou nas almas um grande fervor eucarístico.

Certos costumes em relação ao Pão dos Anjos surgiram espontaneamente, outros foram instituídos por autoridades eclesiásticas como, por exemplo, a ordem emanada da Cátedra de Pedro, pelo Papa Gregório X (1271-1276), no sentido de todos se ajoelharem em adoração, durante as Missas, desde a Consagração até a Comunhão.

Instituição da festa de Corpus Christi

Um enorme incentivo à devoção eucarística surgiu no século XIII a propósito de um portentoso milagre. Em 1263, um sacerdote alemão que viajava para Roma deteve-se em Bolsena para celebrar a Santa Missa. Durante a mesma, implorou o auxílio de Deus para livrar-se das tentações postas pelo demônio contra sua fé na Sagrada Eucaristia.

Qual não foi seu espanto quando, apenas pronunciadas as palavras da Consagração, verteram da Sagrada Hóstia gotas de sangue a ponto de umedecer completamente os corporais. O fato produziu uma verdadeira comoção popular e as referidas relíquias foram levadas à cidade de Orvieto, onde se encontrava o Papa Urbano IV. Eis a razão da existência do mais belo monumento em arquitetura policromada: a catedral de Orvieto, erguida para guardar tão preciosa relíquia.

No amplo firmamento da Igreja, os santos sempre exaltaram a Sagrada Eucaristia; dois exemplos:

— Santo Agostinho (Confissões, VIII, 9): “Sou manjar de robustos. Cresce e me receberás e não me mudarás a mim em ti, qual farias com uma comida corporal, senão que tu te mudarás em mim”.

— São Leão Magno (Sermão 14, da Paixão): “Não faz outra coisa a participação do corpo e do sangue de Cristo, senão transformar-nos no que comemos”.

Eis alguns elementos para se entender a afirmação de Jesus: “aquele que come a minha carne viverá por mim”.

 

Milagres Eucarísticos

A hóstia milagrosa de Santarém

Deus opera generosamente milagres admiráveis, para despertar ou aumentar a fé. Alguns são especialmente notáveis pelo seu caráter permanente, como o narrado abaixo.

Pe. Pedro Paulo de Figueiredo

A Eucaristia é o maior milagre que possa existir, afirma São Tomás de Aquino. Nela se realiza permanentemente uma série de prodígios. Pela Consagração, Jesus se torna realmente presente nas Espécies Eucarísticas. Ninguém O vê, mas a fé, prestando seguro suplemento às deficiências dos sentidos”, nos dá a certeza de sua presença. Tudo na Eucaristia é mistério, mas Deus frequentemente manifesta maravilhas que confirmam o que se passa sobre o altar. A História está cheia desses milagres, destinados a despertar a fé dos povos, confundir os incrédulos, punir a audácia dos sacrílegos, ou recompensar a confiança e o fervor dos fiéis. Um deles ocorreu em Portugal no ano de 1266, quando reinava Dom Afonso III, filho da Rainha Santa Isabel

* * *

Havia em Santarém uma igreja dedicada a Santo Estevão, hoje Basílica do Santíssimo Milagre. Não longe dela, numa rua chamada das Esteiras, morava uma pobre mulher a quem o marido infiel causava muitos desgostos. Vendo-se maltratada, procurava um meio de pôr fim àquela terrível situação. Ao desafogar as suas mágoas com uma vizinha, a qual tinha fama de “lançar e tirar sortilégios”, pediu-lhe que, pelo exercício de sua “arte”, lhe aconselhasse algum meio de conseguir que o seu esposo lhe tivesse amor.

A vizinha, que praticava magias, prometeu-lhe pronta solução, dizendo: “Vá à igreja e comungue. Assim que o sacerdote lhe administrar a partícula, tire-a da boca, inteira, sem que ninguém dê por isso. Esconda-a no véu e traga-me às escondidas.

Ordenarei com ela certas devoções e garanto que o seu marido viverá para ti, há de querer te amar”.

Vendo neste ato somente o meio fácil de pôr termo aos seus desgostos, a ingênua cristã não percebeu a maldade e o ódio da feiticeira para com Nosso Senhor eucarístico.

Acontece o milagre

 No dia seguinte, logo pela manhã, foi à Igreja de Santo Estevão onde se confessou e, logo que recebeu a hóstia consagrada, tirou-a da boca com toda a cautela, embrulhou-a no véu e saiu. Correu para a casa da feiticeira, contentíssima por ver finalmente chegada a hora da sua maior consolação.

Porém, sem ela se dar conta, das dobras do véu começaram a cair gotas de sangue. As pessoas que passavam pela rua lhe perguntavam que ferida tinha para verter tanto sangue. Envergonhada, mudou de rumo, entrou em casa, e escondeu num baú o fruto do seu roubo sacrílego.

Hesitante, sem saber o que fazer com a hóstia, esperou pela chegada do marido. Queria contar-lhe tudo, mas a vergonha a fez calar-se. À noite acordaram ambos subitamente e viram que toda a casa resplandecia. O humilde baú tinha sido transformado num sacrário, de onde saíam raios magníficos.

Tomado de espanto e perturbação, o marido perguntou à esposa o motivo de tão esplendoroso espetáculo. Esta então, já sem ânimo para encobrir a sua culpa, contou-lhe toda a verdade. Levantaram-se logo e foram colocar-se de joelhos diante da Sagrada Partícula. Passaram assim toda a noite, à espera de, logo ao raiar do dia, poderem comunicar ao Pároco tão maravilhoso prodígio. Mal rompeu o dia, o sacerdote acorreu à casa da inconsciente mulher, juntamente com muitos habitantes de Santarém.

Depois de bem examinado e confirmado o milagre, o Pároco e outros eclesiásticos tomaram a Sagrada Hóstia, ainda escondida no véu, e levaram aquele tesouro precioso de volta à igreja em procissão solene, debaixo de um pálio.

O véu manchado com o Sangue Eucarístico foi doado aos frades de São Domingos, que o conservaram num relicário de cristal. A Hóstia milagrosa foi envolvida em cera e, guardada numa custódia, exposta à adoração dos fiéis, os quais lhe deram a piedosa denominação de o “Santo Milagre”.

Setenta e quatro anos depois, na festa do Corpo de Deus, ao abrir o sacrário em presença do Rei Dom Afonso IV e da Corte, o Pároco encontrou quebrado o invólucro de cera e a Hóstia envolta, de forma humanamente inexplicável, por uma camada do mais puro cristal sem qualquer marca de emenda ou soldadura.

Oito séculos de história

 A história do milagre de Santarém não acaba aí. Esta Partícula consagrada atravessou os séculos sem sofrer os danos do tempo, sendo a salvaguarda dos habitantes das imediações: quando algum flagelo os ameaçava, ou as plantações estavam em perigo de perder-se, levavam a Hóstia milagrosa em procissão por entre os campos, e nunca foi em vão sua confiança.

Mas o mais admirável é que Nosso Senhor mostrou-se nela muitas vezes debaixo das diversas formas da sua humanidade: ora de menino nos braços de sua mãe, ora de adolescente, ora de homem na força da idade. Algumas vezes apresentou-se chagado e sofredor. Em algumas ocasiões, com ar ameaçador; em outras, resplandecente de bondade e de misericórdia. Houve inclusive oportunidades em que Ele fez-se ver, sucessivamente, nessas diversas formas.

Os teólogos veem nesses milagres um argumento de peso na confirmação da presença real de Jesus na Eucaristia. Em seu livro Panegírico ao Santíssimo Sacramento, afirma o escritor M. P. Lejeune: “São Paulo diz que os milagres não são necessários aos fiéis, mas aos infiéis; e, contudo, a bondade divina fá-los de vez em quando para confirmar a fé e consolar a piedade dos fiéis”.

 

O “Santo Milagre” pode ser adorado pelos fiéis ainda hoje, na primeira quinta-feira de cada mês e no domingo seguinte ao da Páscoa. 

Oração Final

Ó Maria Santíssima, Vós que sois a mais excelente Devota do Santíssimo Sacramento, ardente de amor a Deus em Vosso Imaculado Coração, nos convidando a sermos devotíssimos da Eucaristia, suplicamos que aceiteis esta meditação em desagravo ao Vosso Sapiencial e Imaculado Coração. Concedei-nos graças sobre graças na linha de compreendermos bem o tesouro que possuímos, o mais belo e o mais essencialmente alto, elevado dos Sacramentos e dai-nos um ardor extraordinário pela Eucaristia como Vós tivestes. Minha Mãe, aqui estamos para que nos transformeis em ardorosos adoradores da Eucaristia! Assim seja! (Baseado na meditação pronunciada pelo Mons. João S. Clá Dias, Catedral da Sé, São Paulo, 2 de julho de 2005).

 

Fonte: Apostolado do Oratório – Rua Francisca Júlia, 182 – CEP 02403-010 – São Paulo/SP

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